Domingo, Março 15, 2009

Llamando a tierra! Llamando a tierra!




Sábado, Janeiro 24, 2009

" El hombre, en la vida y en el mar, no tiene más que dos caminos: el torcido y el derecho...


Mientras se marcha por el camino torcido, es inútil hacer cosas buenas; va uno dando tumbos y tumbos, perdiendo las velas, hasta que queda uno DESARBOLADO. Entonces lo único que hay que hacer es cambiar de derrotero...,si se puede, porque lo demás es inútil."

( Narración de Itchaso, en Las inquietudes de Shanti Andia, Pio Baroja, 1911)

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Sábado, Setembro 27, 2008

Passa-me o agridoce, se faz favor.

Prato do Dia - OMFG



Nesta casa só se come do melhor.

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WE ARE VERY SAD


Domingo, Setembro 21, 2008

Máxima LIII: "Não perdemos um irmão gêmeo à nascença, antes ganhámos uma irmã na pós-adolescência"

E estamos gratas por assim ter acontecido!!!
A estrela do rock do nosso signo arrastou toda a vida uma ánima morta consigo, que mesmo inerte parecia estar-lhe a transmitir uma incrível energia. A nossa ligação-poema faz-nos brilhar como estrelas.


Elvis Presley nasceu a 8 de Janeiro de 1935

Quinta-feira, Maio 22, 2008

Anónimos Ortónimos III - O que anda lambido-perdido


"Só sei que apanhei uma chuvada e pérolas. Antes disso não recordo mais nada: tentar-me lembrar de quem eu era, se tinha um miar fraquinho ou forte, onde era que eu gostava de dormir as sonecas, se costumava mostrar as unhas ou era um gatucho cobardolas e quão carinhoso e meiguinho é que eu seria faz-me doer os miolos!
Prontos! Que se lixe! Preciso mas é de paz e duma cervejola: vou entrar aqui no bar das meninas, sem passado nem futuro mas apenas com a minha sede presente. De certeza que me põem uma boa tapa quando me vejam com este ar lambido-perdido"

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Sexta-feira, Maio 09, 2008

Máxima Pessoa: «Pensar incomoda como andar à chuva.»


Eu sei: esta chuva só arrasta cadáveres.

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Quarta-feira, Abril 16, 2008

Prato do Dia: Pato com o Diabo

Caem-me lágrimas de alegria pela corrente discussão diária colectiva a que assistimos a propósito do maldito Acordo Ortográfico. Quero mais debates, na rua, no escritório, nos jornais, nos blogues, na televisão, muitos mais, mesmo correndo o risco de ver todos os dias o magnífico perfil do Vasco Graça Moura munido de dentes fumados e bronze plástico ou a caganeira intelectual de Carlos Reis. É um preço alto a pagar, mas tenho fundos!

Por cá, as Tapistas continuarão a assar linguiças. Se fores brasuca, abriremos uma exceção e levas a lingüiça bem ou mal passada, cômo prifiri.

Os pa(c)tos com o diabo continuarão a ser feitos como sempre foram. À nossa moda.


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Domingo, Abril 13, 2008

Máxima LII: " Nas noites de eclipse fecharemos para descanso do pessoal"

















Temos provas mais do que suficientes da nossa lobis-homenice, apenas disparada nas noites de eclipse total de lua. Por esta razão, para nos protegermos contra nós próprias e evitar interFERIRmos ferozmente na vida dos felizes e infelizes usuários do nosso bar, aos dias assinalados por esquisitos fenómenos lunares baixaremos a cauda, as orelhas e o fecho para nos escondermos algures. Não queremos magoar mais ninguém.
Saibam compreender-nos: Já temos uma idade! Para nós, chega de metamorfoses vitais completas.
Agora que determinou esta máxima, a sociedade Tapista ficou bem mais descansadinha.






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Quinta-feira, Março 06, 2008

Máxima não sei das quantas: "Viva o astro rei!"


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Quarta-feira, Agosto 08, 2007

Anti-máxima VII: "Verita est"

Motivo mais do que 'não deficiênte' para termos guardado um longo minuto de silêncio que durou 3 meses e alguns dias.

Pedimos desculpas pelo incómodo que possamos ter causado aos nossos usuários e a nós próprias.
Qualquer reclamação é favor dirigí-la à Tapista L.

Nem mais uma palavra! (omitam comentários abomináveis; para isso não precisamos de um blogue, já temos o mundo real).

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Terça-feira, Agosto 07, 2007

Máxima L: "Serramos porque temos cornos"


Alguns exemplificam-nos e deixam-nos pôr os nossos pés de cabrinha bem altos. Nunca nas nuvens! Isso jamais! ...Mas sim bem bem lá no cimo!

"En la ladera de um monte, más alto que el horizonte"




Joan Manuel Serrat nasceu a 27 de Dezembro de 1943

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Sexta-feira, Abril 27, 2007

Máxima XLIX: «Não esquecer também aquele que não quer saber onde vai dar o caminho.»


A máxima do grande filósofo Heraclito (544 aC - 484 aC), também epitetado de "O Obscuro", está escrita numa das paredes da estação de metro "Parque" de Lisboa, onde tudo propõe viagem, risco e auto-descoberta.

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Sábado, Abril 21, 2007

Máxima XLVIII: "Não desejar com força, também é destino"



Luís Murguía y Arellano em A sensualidade pervertida (Pio Baroja, 1920).

Imagem cedida por RB.


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Terça-feira, Abril 17, 2007

Máxima XLVII: «Esperem de nós qualquer resultado.»


Fica o aviso!: conseguimos ser muito abstractas mas também assustadoramente realistas no que toca a equações, números e palavras. Pois que nos levem muito longe!
(É possível que isto interfira por vezes na nossa capacidade de fazer contas simples como Imperial + Tosta).

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Sábado, Abril 07, 2007

Máxima XLVI (Tão longe e por desgraça tão perto): " Yo no debo nada a Diós ni al Gobierno por haber nacido por el coño de mi madre"

("La Polla Records" dixit)... Uma verdadeira vergonha que o apunkalhamento não passasse de cantarolar um trocadilho que otorgava um "estado novo" às velhas máximas fascistas e no fim de contas alguns duns amiguinhos de 9ºC possam ter votado em quem não deviam (se não as contas não batem certas!).

No que me diz respeito, não tenho fé cega em 1ºF (a turma pior comportada e mais subversiva que alguma vez se tinha visto no Instituto de Secundária Conde de Orgaz, lá pelo 1988 em Madrid). Nós nem sequer brincávamos já por aquela altura com os lemas do nosso grandíssimo cabrão dictador: era uma cena do passado e as bandas de punk nacional das que alguns gostávamos tinham mesmo muita coisa que criticar pertencente ao mais absoluto presente do momento.

Só resta confiarmos na minha própria máxima ("Tão perto, tão longe") e esperar que os resultados da edição de "Os grandes espanhóis" em nada se assemelhem ao triste e recente episódio acontecido no querido país vizinho...Por favor!!!

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Quinta-feira, Abril 05, 2007

Máxima XLV: «Pela Nação, pela Grei, pela Cona da tua Mãe»

Recupero, nestes tempos bafientos que atravessamos, uma velha máxima apunkalhada dos tempos do secundário, usada até à exaustão pela minha saudosa turminha 9ºC, a mais mal afamada da Escola Secundária de Telheiras no ilustre ano de 1987.

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Quinta-feira, Março 29, 2007

Máxima XLIV: «É bom rir, sorrir e até esboçar um leve sorriso»

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Domingo, Março 25, 2007

Máxima XLIII: "Lebensmench, doce companhia, não me deixes só nem à noite nem de dia porque senão morreria"

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Quinta-feira, Março 22, 2007

Máxima XLII: «Nem Tanto ao Mar, nem Tanto à Terra»




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Sábado, Março 17, 2007




MÚSICA PARA FECHAR


Não queremos ser malcriadas, descorteses ou antipáticas. Apenas organizadas e cumpridoras de horários.

Para não termos zangas com a vizinhança adivinhamos (vemo-lo claramente na bola) que ao toque das mágicas notas daquela que foi de Cristal deveremos todos deixar a vinhaça. Será simples e animado e permitir-nos-á a todos/todas ter um soninho descansado a tempo e a horas (disse-o a bola).



Quinta-feira, Março 15, 2007

Terça-feira, Março 06, 2007

Anónimos Ortónimos II - Um HUMANO como outro qualquer que passou só para dar uma espreitadela e gostou de ver


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Segunda-feira, Março 05, 2007

Anti-máxima VI: "Vai para a cama descansado que há milhares de gajos inteligentes a pensar em tudo neste mesmo instante...»

«...enquanto tu adormeces a não pensar em nada, milhares e milhares de tipos inteligentes e poderosos com computadores, redes de polícia secreta, telefones, carros de assalto, exércitos inteiros, congressos universitários, eu sei lá! (...) Cada um que se vá safando como puder, é mesmo assim, não é? Tu fazes como os outros, fazes o que tens a fazer, votas à esquerda moderada nas sindicais, votas no centro moderado nas deputais, e votas na direita moderada nas presidenciais! Que mais querem eles, que lhe ofereças a Europa no Natal?! Era o que faltava! É assim mesmo, julgam que te levam de Mercedes, ora toma, para safado, safado e meio, né filho? Nem para a frente nem para trás e eles que tratem do resto, os gatunos, que são pagos para isso, né? Claro! Que se lixem as alternativas, para trabalho já me chega. Entretém-te meu anjinho, entretém-te, que eles são inteligentes, eles ajudam, eles emprestam, eles decidem por ti, decidem tudo por ti, se hás-de construir barcos para a Polónia ou cabeças de alfinete para a Suécia, se hás-de plantar tomate para o Canadá ou eucaliptos para o Japão, descansa que eles tratam disso, se hás-de comer bacalhau só nos anos bissextos ou hás-de beber vinho sintético de Alguidares-de-Baixo! Descansa, não penses em mais nada, que até neste país de pelintras se acha normal haver mãos desempregadas e se acha inevitável haver terras por cultivar! (...) Piramiza filho, piramiza, antes que os chatos fujam todos para o Egipto, que assim é que tu te fazes um homenzinho e até já pagas multa se não fores ao recenseamento. Pois pá, isto é um país de analfabetos, pá! Quanto menos souberes a quantas andas melhor para ti; não te chega para o bife? Antes no talho do que na farmácia; não te chega para a farmácia? Antes na farmácia do que no tribunal; não te chega para o tribunal? Antes a multa do que a morte; não te chega para o cangalheiro? Antes para a cova do que para não sei quem que há-de vir, cabrões de vindouros, ah? Sempre a merda do futuro, a merda do futuro, e eu ah? Que é que eu ando aqui a fazer? Digam lá, e eu? José Mário Branco, 37 anos, isto é que é uma porra, anda aqui um gajo cheio de boas intenções, a pregar aos peixinhos, a arriscar o pêlo, e depois? É só porrada e mal viver é? O menino é mal criado, o menino é 'pequeno burguês', o menino pertence a uma classe sem futuro histórico... Eu sou parvo ou quê? Quero ser feliz porra, quero ser feliz agora, que se foda o futuro, que se foda o progresso, mais vale só do que mal acompanhado, vá mandem-me lavar as mãos antes de ir para a mesa, filhos da puta de progressistas do caralho da revolução que vos foda a todos! Deixem-me em paz porra, deixem-me em paz e sossego, não me emprenhem mais pelos ouvidos caralho, não há paciência, não há paciência, deixem-me em paz caralho, saiam daqui, deixem-me sozinho, só um minuto, vão vender jornais e governos e greves e sindicatos e polícias e generais para o raio que vos parta! Deixem-me sozinho, filhos da puta, deixem só um bocadinho, deixem-me só para sempre, tratem da vossa vida que eu trato da minha, pronto, já chega, sossego porra, silêncio porra, deixem-me só, deixem-me só, deixem-me só, deixem-me morrer descansado. Eu quero lá saber do Artur Agostinho e do Humberto Delgado, eu quero lá saber do Benfica e do bispo do Porto, eu quero se lixe o 13 de Maio e o 5 de Outubro e o Melo Antunes e a rainha de Inglaterra e o Santiago Carrilho e a Vera Lagoa, deixem-me só porra, rua, larguem-me, zórpila o fígado, arreda, 'terneio' Satanás, filhos da puta. Eu quero morrer sozinho ouviram? Eu quero morrer, eu quero que se foda o FMI, eu quero lá saber do FMI, eu quero que o FMI se foda, eu quero lá saber que o FMI me foda a mim, eu vou mas é votar no Pinheiro de Azevedo se eu tornar a ir para o hospital, pronto, bardamerda o FMI, o FMI é só um pretexto vosso seus cabrões, o FMI não existe, o FMI nunca aterrou na Portela coisa nenhuma, o FMI é uma finta vossa para virem para aqui com esse paleio, rua, desandem daqui para fora, a culpa é vossa, a culpa é vossa, a culpa é vossa, a culpa é vossa, a culpa é vossa, a culpa é vossa, oh mãe, oh mãe, oh mãe, oh mãe, oh mãe, oh mãe, oh mãe...

Mãe, eu quero ficar sozinho... Mãe, não quero pensar mais... Mãe, eu quero morrer mãe. Eu quero desnascer, ir-me embora, sem ter que me ir embora. Mãe, por favor, tudo menos a casa em vez de mim, outro maldito que não sou senão este tempo que decorre entre fugir de me encontrar e de me encontrar fugindo, de quê mãe? Diz, são coisas que se me perguntem? Não pode haver razão para tanto sofrimento. E se inventássemos o mar de volta, e se inventássemos partir, para regressar. Partir e aí nessa viajem ressuscitar da morte às arrecuas que me deste. Partida para ganhar, partida de acordar, abrir os olhos, numa ânsia colectiva de tudo fecundar, terra, mar, mãe... Lembrar como o mar nos ensinava a sonhar alto, lembrar nota a nota o canto das sereias, lembrar o depois do adeus, e o frágil e ingénuo cravo da Rua do Arsenal, lembrar cada lágrima, cada abraço, cada morte, cada traição, partir aqui com a ciência toda do passado, partir, aqui, para ficar...

Assim mesmo, como entrevi um dia, a chorar de alegria, de esperança precoce e intranquila, o azul dos operários da Lisnave a desfilar, gritando ódio apenas ao vazio, exército de amor e capacetes, assim mesmo na Praça de Londres o soldado lhes falou: Olá camaradas, somos trabalhadores, eles não conseguiram fazer-nos esquecer, aqui está a minha arma para vos servir. Assim mesmo, por detrás das colinas onde o verde está à espera se levantam antiquíssimos rumores, as festas e os suores, os bombos de lava-colhos, assim mesmo senti um dia, a chorar de alegria, de esperança precoce e intranquila, o bater inexorável dos corações produtores, os tambores. De quem é o Carvalhal? É nosso! Assim te quero cantar, mar antigo a que regresso. Neste cais está arrimado o barco sonho em que voltei. Neste cais eu encontrei a margem do outro lado, Grândola Vila Morena. Diz lá, valeu a pena a travessia? Valeu pois.

Pela vaga de fundo se sumiu o futuro histórico da minha classe, no fundo deste mar, encontrareis tesouros recuperados, de mim que estou a chegar do lado de lá para ir convosco. Tesouros infindáveis que vos trago de longe e que são vossos, o meu canto e a palavra, o meu sonho é a luz que vem do fim do mundo, dos vossos antepassados que ainda não nasceram. A minha arte é estar aqui convosco e ser-vos alimento e companhia na viagem para estar aqui de vez. Sou português, pequeno burguês de origem, filho de professores primários, artista de variedades, compositor popular, aprendiz de feiticeiro, faltam-me dentes. Sou o Zé Mário Branco, 37 anos, do Porto, muito mais vivo que morto, contai com isto de mim para cantar e para o resto.» (José Mário Branco, "FMI")

P.S.: Continuamos a contar contigo, pá! Mas por onde é que andas??

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Sexta-feira, Março 02, 2007

Anónimos Ortónimos I - Um cliente satisfeito e um porta-voz da sua geração

«Tens acne? Membros canhestros que simplesmente não consegues controlar? Cabelo esquisito e espetado que nunca fica como queres? Olhos esbugalhados expectantes e sedentos de experimentar coisas novas? Um sentimento constante de inadequação e revolta contra o mundo, que não te compreende? Desesperas-te porque ainda não encontraste o TEU estilo?
Aqui está uma mensagem de esperança de quem tem experiência no assunto - isso passa-te, pá!
Olha para mim: todos os dias supero novos constrangimentos! Bom, à excepção da parte dos olhos esbugalhados e do cabelo espetado - por uma razão qualquer, não consigo mesmo dar conta dele, foda-se! (As minhas desculpas.)
No Tapistas CaféBar sinto-me em casa, aceite, estimulado, compreendido. Aqui senti pela primeira vez confiança para me fazer ao mundo e realizar os meus sonhos. Agora sei que posso voar mais alto. Recomendo a todos os putos da minha idade. Curto bué. Bute lá, pá, é mesmo fixe!»

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Sábado, Fevereiro 24, 2007

Máxima XLI: " O que faz falta é animar a malta"







Esta posta, após forneada durante 20 minutinhos, deveria ter sido servida com música de guitarra e todos os respeitos ontem...mas era bem mais urgente responder ao seu muito devoto fã. Vai um brinde tapista pelos dois!

Sexta-feira, Fevereiro 23, 2007

Em resposta a um tal de Ricardo

Não sabemos quando abre; só sabemos que, depois de aberto, não vais conseguir de lá sair!


(imagem de "O Anjo Exterminador")

Segunda-feira, Fevereiro 19, 2007


Segunda-feira, Fevereiro 12, 2007

Máxima XL: CARPE DIEM

O mistério é como não nos lembramos antes desta macromáxima??????

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Estará a resposta no leve abanão?

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Estaria numerologicamente predestinada para a quadragésima posição? quiçá, maybe, quién sabe.

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Feng Shui: 4 = morte

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Latim sapidus est

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Sexta-feira, Fevereiro 09, 2007

Máxima XXXIX / Pequenas-grandes diferenças: "Alinhamos no aliño, isto vai ser uma grande algaravia algarabia!"



















Alinhar vs Aliñar






Proclamamo-nos absolutamente defensoras do uso e abuso das especiarias e do azeeeeeeiiiiiiite. Aceitamos, sim. Alinhamos na cena. Se a cena ou o jantar fosse aliñado ademais com uma grande algarabía (acolhedor barulho de fundo produzido pelo convívio desarrumado e as maravilhas da fala) melhor ainda!! Algaravias com b ou v é que nós queremos... se vocês alinharem nessa nós pomos as azeitonas!


... demais será dizer que rendemos homenagem ao pouco que de mouros resta em nós.

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Quinta-feira, Fevereiro 08, 2007

Máxima XXXVIII - «Abaixo a Opressão; Viva a Revolução Permanente!»

Não somos propriamente trotskistas, mas gostamos da teoria da "Revolução Permanente". Que nos leve à fase seguinte, e dessa para outra, passando por cima de burocratas, aristocratas, situacionistas e tiranos, abrindo espaço a uma nova, aprofundada e alargada ordem de coisas.

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Sábado, Janeiro 27, 2007

Máxima XXXVII: "Na época do frio Tapistas fechará as portas"

...no entanto continuará sempre "de portas abertas".
Contrariando o enraizado costume lisboeta de deixar entrar o frio pelo local adentro, Tapistas CaféBar apenas deixará ter acesso ao quentinho e às tapas aos clientes (que terão de empurrar a porta: lamentamos).



Quem gostar de regelar terá de ficar fora: também lamentamos.

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Quinta-feira, Janeiro 25, 2007

Sábios Conselhos que Seguiremos I b): NÃO TEMOS NERVOS DE AÇO mas somos muito AVENTUREIRAS!


«Toda uma corrente de acontecimentos brota da decisão, fazendo surgir a nosso favor toda a sorte de incidentes, encontros e assistência material que nenhum homem sonharia que viesse na sua direcção. Qualquer coisa que possas fazer, ou sonhar que podes fazer, começa a fazê-la agora. A ousadia tem em si genialidade, força e magia.» (Johann Wolfgang von GOETHE)

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Domingo, Janeiro 21, 2007

Máxima XXXVI: " Que nunca nos falte o horizonte"

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Quarta-feira, Janeiro 17, 2007

Máxima XXXV: «Não escondas a tua luz debaixo de um almude (*)»


Dedicamos este provérbio dinamarquês, traduzido mui livremente de modo a incorporar aí uma palavra que claramente deriva do árabe, ao nosso primeiro-ministro e aos seus afectos por todas as coisas nórdicas. Em bom latim, queremos que nos ajude a passar do Simplex e da Empresa-na-Hora à Lux escondida dentro de nós e nesta cidade debaixo de vários almudes de impostos, burrocracias e demais imundícies.

(*) Almude - Antiga medida de capacidade (cereais e líquidos) que correspode, no Sistema Métrico Decimal, a cerca de 25 litros.

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Domingo, Janeiro 14, 2007

Tão perto, tão longe: provérbios de encontro aos provérbios




"Os cães ladram e a caravana passa"

versus

"Tiran más dos tetas que mil carretas"

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Sábado, Janeiro 13, 2007

Parabéns a nós neste dia 13!


Quando tudo parecia perdido...
Estamos Vivas! VIVA!!!

Quinta-feira, Dezembro 14, 2006

Máxima XXXIV: «Aqui Ninguém É Doutor!»


(Imagem roubada ao CartuneseBonecos.blogspot.com)

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Sexta-feira, Dezembro 01, 2006

Sábios Conselhos que seguiremos I - NÃO TEMOS NERVOS DE AÇO mas seremos muito CORAJOSAS


"(...) Hay que vivir y luchar al aire libre, entre los hombres, en medio de las pasiones y de los odios, aunque tiemblen y se estremezcan estos miserables nervios (...)"
(César o nada, 1910. Pio Baroja)

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Máxima XXXIII: "Restauramos hoje e festejamos sempre a independência e recusamo-nos a perder certa dependência culinária"





Em termos políticos e pessoais única e exclusivamente queremos contemplar a INDEPENDÊNCIA. Na mesa já gostamos de contemplar também uns pimentinhos. Em termos comerciais, os "del padrón" teremos de importá-los de Espanha. Esperamos que ninguém se importe com isso! Mais vale pegar num, disfrutar e arriscar ("los pimientos del padrón unos pican y otros no").

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Quarta-feira, Novembro 22, 2006

Máxima XXXII: «Os bares vizinhos não são nossos concorrentes mas nossos camaradas.»



Por princípio temos conceito de zona. Vocês já sabem ao que me estou a referir: «(...) me gusta Malasaña, me gustas tu». Por príncipio, os nossos colegas próximos "nos gustan" e também os nossos clientes, até nos demonstrarem o contrário.
Vá lá, não custa nada, sejamos um grupo simpático!

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Terça-feira, Novembro 14, 2006

Máxima XXXI: «Na época baixa, o que nos vale é a sopa!»


Um caldinho quente parece-me bem para a época baixa, quando o nevoeiro e humidade «tipicamente lisboetas» nos entram pelos ossos adentro.

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Quarta-feira, Outubro 11, 2006

Ainda falta muito...??!!


Quinta-feira, Outubro 05, 2006

Referentes divergentes: II. - Imaginário infantil tapista

VERSUS...

- Na televisão dos 80's, era religiosa a meia-hora diária do esgazeado Vasco Granja. A oposição ao Estado Novo e a ligação ao Partido Comunista valeram-lhe duas prisões pela PIDE, por exaltação cineclubística e por fazer reverter a favor dos movimentos de resistência o dinheiro que cobrava pela exibição de filmes neo-realistas. Em 1974 inaugurou na RTP o programa "Cinema de Animação", que duraria 16 anos. Já é mítica a sua obsessão pelos frias animações de Leste, sinal da revolução progressista que ensinava a rejeição do capitalismo imperialista, reaccionário, fascizóide e, sobretudo, fascizante! Mas o camarada Vasco mostrou-nos, acima de tudo, a pluralidade da arte - passou os maiores génios de animação do mundo e passou a alguns miúdos o inconformismo e o entusiasmo que o caracterizavam. E é precisamente por isso que hoje todos nos lembramos dele com saudade.


- Aprender a ler é importante. Pratica-se com o que vem à rede e apanham-se livros dos irmãos mais velhos. Dá-se de caras com Sherlock Holmes, um homem solitário e misterioso, que me deixou um gostinho precoce pelo nevoeiro, pela flanela, pelo chá, pelo ópio e pela obscuridade (e por Londres!).


Mas...
- Antes do Vasco ou do Sherlock, desde tenra idade, já outra figura deixava a sua marca, o mais absurdo antípoda de todos os heróis. A influência que exerceu sobre mim é tão grande que não a consigo medir (é, no entanto, muito óbvia, dizem alguns... e não só por gostar de andar despenteada ou de camisolas às riscas!)

A subversão e o carisma do meu querido palmípede não são muito evidentes. Tudo se resume à inadequação constante ao que os outros esperam dele, a uma placidez resistente a tudo, à alienação e ingenuidade extremas e a uma certa abstracção mental, aliadas a uma devoção total aos seus focos de interesse.

Apesar de consideravelmente bem sucedido enquanto repórter, tenta constantemente perseguir novas carreiras, hobbies e estilos de vida, baseados nos livros que lê. Desastrado e pueril, tudo o que faz resulta invariavelmente em caos e desastre para todos os que o rodeiam. A sua "peculiar" visão do mundo desassossega a família e os amigos, que se esforçam para manter a sanidade. Vai-se tornando também cada vez mais preguiçoso. A sua amizade é intensa e genuína, e forma com o primo uma dupla muito equilibrada, sendo o primo o racional e ele o desregrado (a primeira história em que entrou, de 1964, chamava-se "O Primo Dinamite").

Como qualquer personagem desequilibrada, tem um alter-ego, o Morcego Vermelho. Originalmente, só o primo conhecia esta identidade secreta. Mais tarde revelou-se também ao construtor dos seus apetrechos-morcego, que frequentemente não funcionam, como o pula-pula morcego, o bate-morcego e a moto-morcego. A namorada chama-se Glória e, como qualquer namorada de uma personagem desequilibrada, também tem uma personalidade alternativa, heroína nas horas vagas, a Borboleta Púrpura. É frequente encontrarem-se brevemente na mesma história mas, desconhecendo a identidade real um do outro, separam-se sempre com apartes impacientes, por acharem o outro demasiado intrometido ou simplesmente idiota. Estas identidades secretas, além de dolorosos retratos da conjugalidade, não eram propriamente super-heróicas, senão reivindicadoras, algumas vezes de formas descaradamente ilegais.

O pai chamava-se Eider e a mãe Lulubelle Loon, tem um irmão chamado Abner e um sobrinho chamado Dugan.

Ele chama-se Fethry, mas para mim sempre foi o Peninha!, o meu ídolo

do desmazelo doméstico:

da incompetência profissional:

da alteridade esquizofrénica:

da descrença familiar:

da alienação inalienável:


Eu já vou!: dou a minha palavra.

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Quarta-feira, Agosto 30, 2006

Referentes divergentes: I.-Imaginário infantil tapista



A linda "Bruja Avería", personificação do Mal e do Capital que pese à sua imagem conseguia cativar milhões de miúdos espanhóis durante os anos oitenta.Hoje muitos deles já devem de ser vorazes consumidores; outros tantos, mais impressionados pelas palavras da bruxa e a palavra "bruxa", e bem alertados pela mesma, opomo-nos ainda ao sistema: dou a minha palavra.

VERSUS...

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Sexta-feira, Agosto 25, 2006

Back to the Underground


Dada a proximidade da minha viagem a Londres, onde nasceu o primeiro sistema de transporte subterrâneo do mundo (a estação de Baker Street foi a primeira a ser inaugurada), dou por encerrado este exaustivo capítulo (passei-me um bocado com as postas-metros-do-mundo). Até ao meu regresso, over and out.

Filhos Únicos

Londres..... . . Hiroshima..... . .

Irmãos Separados à Nascença?

Tóquio..... . . São Petersburgo..... . .


Ou futuras viagens tapistas?

.

Irmãos Separados à Nascença?

Lisboa..... . . Lyon..... . .


Atenas..... . . Belo Horizonte..... . .

Terça-feira, Agosto 22, 2006

Pequenas-Grandes Diferenças - Lisboa vs Madrid



.

Outros submundos pisados pelas duas tapistas em simultâneo:

Paris Porto

Barcelona Milão

Atenas

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Sexta-feira, Agosto 18, 2006

Máxima XXX: «Repara onde Pões os Pés» (também vale para pombos!)


Em Setembro de 1945 a revista Século Ilustrado publicou um artigo de Judith Maggioly sobre a arte da calçada portuguesa intitulado "Repare onde põe os seus pés", aconselhando «(...) baixe um pouco os olhos e repare que pisa estrelas, peixes, flores, liras, pássaros».


Lisboa





Castelo Branco



Coimbra

Ilha do Pico, Madalena

Ilha do Faial, Horta

Rio de Janeiro

Macau

(Esta grande máxima é inteiramente dedicada ao Olisiponense. Foi ele que atirou a primeira pedra.)

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Quarta-feira, Agosto 09, 2006

Máxima XXIX: "Fiat Lux!"


Faça-se luz! O sucesso dos Tapistas depende disso. Felizmente na Cidade Branca é coisa que não falta. E o latim também se vai arranjando.

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Quinta-feira, Agosto 03, 2006

Pequenas-grandes diferenças castelhano / português - Rapaz vs Rapaz



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Sexta-feira, Julho 14, 2006

Máxima XXVIII: «Adoramos a palavra "sazonal"»

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Quarta-feira, Julho 05, 2006

Pequenas-grandes Diferenças - Português vs Castelhano

ESQUISITO



EXQUISITO

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Segunda-feira, Junho 26, 2006

Pequenas-grandes Diferenças - LisboavsMadridvsMilão

A cavalo-vueling entre três terras latinas:
Cavalo-Caballo-Cavallo




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Quinta-feira, Junho 22, 2006

Pequenas-grandes Diferenças - Lisboa vs Porto

Não queremos deixar de dar o nosso contributo na escavação do fosso cultural entre Lisboa e Porto. Até porque gostamos de reduzir as pessoas a estereótipos; é engraçado e torna tudo muito mais fácil. Algumas frases traduzidas de português afectado para português azeiteiro:

Português alfacinha: Parece-me que o senhor não está familiarizado com o problema!
Português tripeiro: Cala-te, caralho!

Português alfacinha: Eu não estava envolvido nesse projecto, cara colega!
Português tripeiro: E o que é que eu tenho a ver com essa merda, minha puta do caralho?

Português alfacinha: Será difícil concretizar esta tarefa no tempo estipulado, chefe!
Português tripeiro: Não vai dar p'ra fazer isso nem que me foda todo e te vá ao cu, paneleiro do caralho.

Português alfacinha: Precisamos de melhorar a comunicação interna desta empresa!
Português tripeiro: Mas não há nenhum caralho que me responda à puta do email, caralho?


UM ALFACINHA TÍPICO - Luiz Pacheco


UM TRIPEIRO TÍPICO - Manuel Luís Goucha


Palavras de um alfacinha típico
«Descemos um carreiro em bico à direita da estrada. Escuridão. É o lugar ideal para mijar, cagar ou brochar discretamente. Calculo que ele está a provocar-me com o caralho fora das calças, quer festa, mas eu estou muito senhor de mim.
- É pena não ter dinheiro, aqui era um bom sítio.
- O senhor tem, há bocado disse que tinha - diz o franjolas a mijar à minha frente (e nem para a picha lhe olhei).» (Luiz Pacheco, em O Libertino)

Palavras de um tripeiro típico
«Os desencontros do presente não apagam os muitos momentos de convívio e solidariedade, fixados em inúmeras fotos de tempos passados.» (última frase do livro de Pinto da Costa, Largos Dias Têm 100 Anos)

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Segunda-feira, Junho 19, 2006

Pequenas-grandes Diferenças - Lisboa vs Madrid

Tão perto, tão longe: Praça do Comércio vs Plaza Mayor


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Terça-feira, Junho 13, 2006

13 de Junho: Um Nasce, Outro Morre




Roçam nos pinheirais
Sombras e bafos leves
De ritmos musicais.
Ondulam como em voltas
De estradas não sei onde
Ou como alguém que entre árvores
Ora se mostra ou esconde.

Forma longínqua e incerta
Do que eu nunca terei...
Mal oiço e quase choro.
Por que choro não sei.

("Canção", escrita por Pessoa, cantada por Variações)


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Tão perto, tão longe : pequenas -grandes diferenças Madrid Vs Lisboa


Gatos vs Alfacinhas

"Gato no naces, gato te haces"



...Supomos que também qualquer um se pode tornar alfacinha sem o ter sido à nascença!

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Segunda-feira, Junho 12, 2006

Anti-máxima V: "A solidão no meio da multidão é maior do que no meio do bosque" (Pio Baroja)

Muito certo. Aproveitamos a ocasião para nos reafirmarmos na ideia de que "Tapistas" é e será sempre anti-massificação e anti-alienação humana... No entanto oferecer-vos-á companhia, que não multidões, tão agradavelmente adereçada com iguarias e regada com cerveja que facilmente vos fará esquecer a todos a vossa solidão.

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Tão perto, tão longe: pequenas-grandes diferenças Madrid Vs Lisboa



O sangue vs la sangre

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Sábado, Junho 10, 2006

Máxima XXVII: Viva a República!

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Sexta-feira, Junho 09, 2006

Momento Refrescante do Dia

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Uma Água Luso vs Un Luso en el Agua

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Quinta-feira, Junho 08, 2006

Tão perto, tão longe: pequenas-grandes diferenças Madrid Vs Lisboa



El agua vs a água





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Segunda-feira, Maio 22, 2006

Máxima XXVI: "Mudem-me os deuses os sonos, mas não me tirem o dom de sonhar" (Fernando Pessoa)

A isto não temos nada que acrescentar. Bom, sím que temos: "Os deuses são uma figura de estilo".

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Terça-feira, Maio 16, 2006

Anti-máxima IV: " Peregrino do mundo, olhai com todos os olhos e amarás com todos os corações" (Ramón del Valle-Inclán)

...O coitado Ramón não sabia era da terrível massificação humana que se sucederia após a sua morte. A sua máxima está escrita na parede da estação de metro "Campo de las naciones" de Madrid, onde por mais olhos com os que se olhar só se consegue detestar com todos os fígados aos milhões de peregrinos em redor que consomem o nosso oxigénio.
Tapistas café-bar é um lugar de encontro pró-peregrinos mas anti-massificação.

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Quarta-feira, Maio 03, 2006

Anti-máxima III: "Pela rua do já vou, chega-se à casa do nunca" (Miguel de Cervantes Saavedra)


O Cervantes, também conhecido como o "Manco de Lepanto", é um totó. Por essa mesma rua, chegaremos à casa do sempre!

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Segunda-feira, Abril 24, 2006

O nosso bar continua sem ter castárides



...pois caso contrário um amigo muito especial das tapistas nunca poria nele os pés!

Sexta-feira, Abril 21, 2006

Máxima XXV: "À nossa!"

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Máxima XXIV: "À vossa!"


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Máxima XXIII: "Eu já vou"

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Quinta-feira, Abril 20, 2006

Máxima XXII: «Não vemos qualquer vantagem nos alimentos transgénicos.»

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Domingo, Abril 09, 2006

Máxima XXI: "As rolas sabem que existe"

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Sexta-feira, Março 24, 2006

Máxima XX: «O que não se faz em dia de Santa Luzia, faz-se noutro qualquer dia» (provérbio lusitano)

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Quarta-feira, Março 22, 2006

Máxima XIX: " Quem não arrisca não petisca" (provébio lusitano)

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Sexta-feira, Março 17, 2006

anti-máxima II: "Pensai com a cabeça!"





...e quem se lembra do coração?!

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Máxima XVIII: "No nosso local não há castárides"

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Quarta-feira, Março 15, 2006

Máxima XVII: "Quien a buen árbol se arrima buena sombra le cobija" (provérbio castelhano II)



Para quem não goste dos ditados espanhóis, a tradução textual seria "Quem se aproximar duma boa árvore encontrá bom aconchego".
E, de facto, quem passar nos Tapistas não poderá imaginar estar mais perto do Paraíso ou da mesma Glória.

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Máxima XVI: «Vinde a nós, cidadãos do mundo!»

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Sexta-feira, Março 03, 2006

Máxima XV: «Nada do que possamos fazer justifica que nos mostrem os dentes»


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Quinta-feira, Março 02, 2006

Máxima XIV : " A forretice é uma grande virtude"

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Sexta-feira, Fevereiro 24, 2006

Máxima XIII: «Não queremos que os clientes nos digam tudo o que lhes passa pela cabeça!»


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Máxima XII: "A cavalo dado não se olha o dente"



...nem a amendoins oferecidos a casca; nem a batatas bravas de borla o molho; nem as moelas caseiras o tempo de cocção...

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Quinta-feira, Fevereiro 23, 2006

Máxima XI: «Habemus Tapam!!»



Neste caso, "habemus" um nada espiritual pratinho de camarões fritos com molho de azeitonas pretas, digno do Pontífice mais exigente.

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Máxima X: "Os nossos caracóis são limpinhos"


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Máxima IX: "A nossa sardinha não tem Anisakis"




(A inspecção veterinária anda muito por perto nos Tapistas)

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Terça-feira, Fevereiro 21, 2006

Máxima VIII: "O nosso galo deu negativo no teste ao H5N1"

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Segunda-feira, Fevereiro 20, 2006

Anti-máxima I: "Um homem que não sabe sorrir não deve abrir uma loja" (provérbio japonês)

A metade antipática dos tapistas reserva-se o direito de não sorrir tendo uma loja aberta (principalmente se tiver de pagar muito de IRC). Os provérbios japoneses nem sempre se adequam ao meu tantas vezes antipático estado de espírito.

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Terça-feira, Fevereiro 14, 2006

Máxima VII: "Venham mais cinco, de uma assentada que eu pago já!"

...É o tipo de frase que mais vamos gostar de ouvir

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Sexta-feira, Fevereiro 10, 2006

Máxima VI: "A buen hambre no hay pan duro" (provérbio castelhano)

Ou, para quem se recusa a dizer ditados em castelhano, "A fome é o melhor tempero".

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Sexta-feira, Janeiro 27, 2006

Máxima V: "Não queremos ser mais tapistas que O Tapas"


(...até andamos a pensar no direito de admissão!)

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Segunda-feira, Janeiro 02, 2006

Máxima IV: «Não queremos ser mais tapistas que a tapa, apenas acreditamos na sua supremacia»

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Terça-feira, Setembro 13, 2005

Máxima III: «Não defendemos outro império que não o da Imperial»

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Máxima II: «Amichitia anima in duobu corpus est»

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Domingo, Agosto 28, 2005

Máxima I: «Todos os clientes merecem o seu petisco»


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