Tapistas CaféBar
alfacinha, ibérico, universal, tapista |||º||| tapista de tapa, tapa de tapar
Domingo, Março 15, 2009
Sábado, Janeiro 24, 2009
" El hombre, en la vida y en el mar, no tiene más que dos caminos: el torcido y el derecho...

Mientras se marcha por el camino torcido, es inútil hacer cosas buenas; va uno dando tumbos y tumbos, perdiendo las velas, hasta que queda uno DESARBOLADO. Entonces lo único que hay que hacer es cambiar de derrotero...,si se puede, porque lo demás es inútil."
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Sábado, Setembro 27, 2008
Domingo, Setembro 21, 2008
Quinta-feira, Maio 22, 2008
Anónimos Ortónimos III - O que anda lambido-perdido

"Só sei que apanhei uma chuvada e pérolas. Antes disso não recordo mais nada: tentar-me lembrar de quem eu era, se tinha um miar fraquinho ou forte, onde era que eu gostava de dormir as sonecas, se costumava mostrar as unhas ou era um gatucho cobardolas e quão carinhoso e meiguinho é que eu seria faz-me doer os miolos!
Prontos! Que se lixe! Preciso mas é de paz e duma cervejola: vou entrar aqui no bar das meninas, sem passado nem futuro mas apenas com a minha sede presente. De certeza que me põem uma boa tapa quando me vejam com este ar lambido-perdido"
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Sexta-feira, Maio 09, 2008
Quarta-feira, Abril 16, 2008
Prato do Dia: Pato com o Diabo
Por cá, as Tapistas continuarão a assar linguiças. Se fores brasuca, abriremos uma exceção e levas a lingüiça bem ou mal passada, cômo prifiri.
Os pa(c)tos com o diabo continuarão a ser feitos como sempre foram. À nossa moda.

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Domingo, Abril 13, 2008
Máxima LII: " Nas noites de eclipse fecharemos para descanso do pessoal"


Temos provas mais do que suficientes da nossa lobis-homenice, apenas disparada nas noites de eclipse total de lua. Por esta razão, para nos protegermos contra nós próprias e evitar interFERIRmos ferozmente na vida dos felizes e infelizes usuários do nosso bar, aos dias assinalados por esquisitos fenómenos lunares baixaremos a cauda, as orelhas e o fecho para nos escondermos algures. Não queremos magoar mais ninguém.
Saibam compreender-nos: Já temos uma idade! Para nós, chega de metamorfoses vitais completas.
Agora que determinou esta máxima, a sociedade Tapista ficou bem mais descansadinha.
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Quinta-feira, Março 06, 2008
Quarta-feira, Agosto 08, 2007
Anti-máxima VII: "Verita est"
Motivo mais do que 'não deficiênte' para termos guardado um longo minuto de silêncio que durou 3 meses e alguns dias.
Pedimos desculpas pelo incómodo que possamos ter causado aos nossos usuários e a nós próprias.
Qualquer reclamação é favor dirigí-la à Tapista L.
Nem mais uma palavra! (omitam comentários abomináveis; para isso não precisamos de um blogue, já temos o mundo real).
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Terça-feira, Agosto 07, 2007
Máxima L: "Serramos porque temos cornos"

Alguns exemplificam-nos e deixam-nos pôr os nossos pés de cabrinha bem altos. Nunca nas nuvens! Isso jamais! ...Mas sim bem bem lá no cimo!
"En la ladera de um monte, más alto que el horizonte"
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Sexta-feira, Abril 27, 2007
Máxima XLIX: «Não esquecer também aquele que não quer saber onde vai dar o caminho.»

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Sábado, Abril 21, 2007
Máxima XLVIII: "Não desejar com força, também é destino"

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Terça-feira, Abril 17, 2007
Máxima XLVII: «Esperem de nós qualquer resultado.»

(É possível que isto interfira por vezes na nossa capacidade de fazer contas simples como Imperial + Tosta).
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Sábado, Abril 07, 2007
Máxima XLVI (Tão longe e por desgraça tão perto): " Yo no debo nada a Diós ni al Gobierno por haber nacido por el coño de mi madre"
("La Polla Records" dixit)
... Uma verdadeira vergonha que o apunkalhamento não passasse de cantarolar um trocadilho que otorgava um "estado novo" às velhas máximas fascistas e no fim de contas alguns duns amiguinhos de 9ºC possam ter votado em quem não deviam (se não as contas não batem certas!).No que me diz respeito, não tenho fé cega em 1ºF (a turma pior comportada e mais subversiva que alguma vez se tinha visto no Instituto de Secundária Conde de Orgaz, lá pelo 1988 em Madrid). Nós nem sequer brincávamos já por aquela altura com os lemas do nosso grandíssimo cabrão dictador: era uma cena do passado e as bandas de punk nacional das que alguns gostávamos tinham mesmo muita coisa que criticar pertencente ao mais absoluto presente do momento.
Só resta confiarmos na minha própria máxima ("Tão perto, tão longe") e esperar que os resultados da edição de "Os grandes espanhóis" em nada se assemelhem ao triste e recente episódio acontecido no querido país vizinho...Por favor!!!
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Quinta-feira, Abril 05, 2007
Máxima XLV: «Pela Nação, pela Grei, pela Cona da tua Mãe»

Etiquetas: Máximas
Quinta-feira, Março 29, 2007
Domingo, Março 25, 2007
Máxima XLIII: "Lebensmench, doce companhia, não me deixes só nem à noite nem de dia porque senão morreria"
Etiquetas: oração
Quinta-feira, Março 22, 2007
Sábado, Março 17, 2007

Quinta-feira, Março 15, 2007
Terça-feira, Março 06, 2007
Anónimos Ortónimos II - Um HUMANO como outro qualquer que passou só para dar uma espreitadela e gostou de ver
Segunda-feira, Março 05, 2007
Anti-máxima VI: "Vai para a cama descansado que há milhares de gajos inteligentes a pensar em tudo neste mesmo instante...»

Mãe, eu quero ficar sozinho... Mãe, não quero pensar mais... Mãe, eu quero morrer mãe. Eu quero desnascer, ir-me embora, sem ter que me ir embora. Mãe, por favor, tudo menos a casa em vez de mim, outro maldito que não sou senão este tempo que decorre entre fugir de me encontrar e de me encontrar fugindo, de quê mãe? Diz, são coisas que se me perguntem? Não pode haver razão para tanto sofrimento. E se inventássemos o mar de volta, e se inventássemos partir, para regressar. Partir e aí nessa viajem ressuscitar da morte às arrecuas que me deste. Partida para ganhar, partida de acordar, abrir os olhos, numa ânsia colectiva de tudo fecundar, terra, mar, mãe... Lembrar como o mar nos ensinava a sonhar alto, lembrar nota a nota o canto das sereias, lembrar o depois do adeus, e o frágil e ingénuo cravo da Rua do Arsenal, lembrar cada lágrima, cada abraço, cada morte, cada traição, partir aqui com a ciência toda do passado, partir, aqui, para ficar...
Assim mesmo, como entrevi um dia, a chorar de alegria, de esperança precoce e intranquila, o azul dos operários da Lisnave a desfilar, gritando ódio apenas ao vazio, exército de amor e capacetes, assim mesmo na Praça de Londres o soldado lhes falou: Olá camaradas, somos trabalhadores, eles não conseguiram fazer-nos esquecer, aqui está a minha arma para vos servir. Assim mesmo, por detrás das colinas onde o verde está à espera se levantam antiquíssimos rumores, as festas e os suores, os bombos de lava-colhos, assim mesmo senti um dia, a chorar de alegria, de esperança precoce e intranquila, o bater inexorável dos corações produtores, os tambores. De quem é o Carvalhal? É nosso! Assim te quero cantar, mar antigo a que regresso. Neste cais está arrimado o barco sonho em que voltei. Neste cais eu encontrei a margem do outro lado, Grândola Vila Morena. Diz lá, valeu a pena a travessia? Valeu pois.
Pela vaga de fundo se sumiu o futuro histórico da minha classe, no fundo deste mar, encontrareis tesouros recuperados, de mim que estou a chegar do lado de lá para ir convosco. Tesouros infindáveis que vos trago de longe e que são vossos, o meu canto e a palavra, o meu sonho é a luz que vem do fim do mundo, dos vossos antepassados que ainda não nasceram. A minha arte é estar aqui convosco e ser-vos alimento e companhia na viagem para estar aqui de vez. Sou português, pequeno burguês de origem, filho de professores primários, artista de variedades, compositor popular, aprendiz de feiticeiro, faltam-me dentes. Sou o Zé Mário Branco, 37 anos, do Porto, muito mais vivo que morto, contai com isto de mim para cantar e para o resto.» (José Mário Branco, "FMI")
P.S.: Continuamos a contar contigo, pá! Mas por onde é que andas??
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Sexta-feira, Março 02, 2007
Anónimos Ortónimos I - Um cliente satisfeito e um porta-voz da sua geração

Aqui está uma mensagem de esperança de quem tem experiência no assunto - isso passa-te, pá!
Olha para mim: todos os dias supero novos constrangimentos! Bom, à excepção da parte dos olhos esbugalhados e do cabelo espetado - por uma razão qualquer, não consigo mesmo dar conta dele, foda-se! (As minhas desculpas.)
No Tapistas CaféBar sinto-me em casa, aceite, estimulado, compreendido. Aqui senti pela primeira vez confiança para me fazer ao mundo e realizar os meus sonhos. Agora sei que posso voar mais alto. Recomendo a todos os putos da minha idade. Curto bué. Bute lá, pá, é mesmo fixe!»
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Sábado, Fevereiro 24, 2007
Sexta-feira, Fevereiro 23, 2007
Segunda-feira, Fevereiro 19, 2007
Segunda-feira, Fevereiro 12, 2007
Máxima XL: CARPE DIEM
O mistério é como não nos lembramos antes desta macromáxima??????
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Estará a resposta no leve abanão?
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Estaria numerologicamente predestinada para a quadragésima posição? quiçá, maybe, quién sabe.
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Feng Shui: 4 = morte
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Latim sapidus est
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Sexta-feira, Fevereiro 09, 2007
Máxima XXXIX / Pequenas-grandes diferenças: "Alinhamos no aliño, isto vai ser uma grande algaravia algarabia!"


Etiquetas: diferenças, Máximas
Quinta-feira, Fevereiro 08, 2007
Máxima XXXVIII - «Abaixo a Opressão; Viva a Revolução Permanente!»

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Sábado, Janeiro 27, 2007
Máxima XXXVII: "Na época do frio Tapistas fechará as portas"
...no entanto continuará sempre "de portas abertas".
Contrariando o enraizado costume lisboeta de deixar entrar o frio pelo local adentro, Tapistas CaféBar apenas deixará ter acesso ao quentinho e às tapas aos clientes (que terão de empurrar a porta: lamentamos).

Quem gostar de regelar terá de ficar fora: também lamentamos.
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Quinta-feira, Janeiro 25, 2007
Sábios Conselhos que Seguiremos I b): NÃO TEMOS NERVOS DE AÇO mas somos muito AVENTUREIRAS!

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Domingo, Janeiro 21, 2007
Quarta-feira, Janeiro 17, 2007
Máxima XXXV: «Não escondas a tua luz debaixo de um almude (*)»

(*) Almude - Antiga medida de capacidade (cereais e líquidos) que correspode, no Sistema Métrico Decimal, a cerca de 25 litros.
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Domingo, Janeiro 14, 2007
Sábado, Janeiro 13, 2007
Quinta-feira, Dezembro 14, 2006
Sexta-feira, Dezembro 01, 2006
Sábios Conselhos que seguiremos I - NÃO TEMOS NERVOS DE AÇO mas seremos muito CORAJOSAS

"(...) Hay que vivir y luchar al aire libre, entre los hombres, en medio de las pasiones y de los odios, aunque tiemblen y se estremezcan estos miserables nervios (...)"
(César o nada, 1910. Pio Baroja)
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Máxima XXXIII: "Restauramos hoje e festejamos sempre a independência e recusamo-nos a perder certa dependência culinária"
Em termos políticos e pessoais única e exclusivamente queremos contemplar a INDEPENDÊNCIA. Na mesa já gostamos de contemplar também uns pimentinhos. Em termos comerciais, os "del padrón" teremos de importá-los de Espanha. Esperamos que ninguém se importe com isso! Mais vale pegar num, disfrutar e arriscar ("los pimientos del padrón unos pican y otros no").
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Quarta-feira, Novembro 22, 2006
Máxima XXXII: «Os bares vizinhos não são nossos concorrentes mas nossos camaradas.»


Por princípio temos conceito de zona. Vocês já sabem ao que me estou a referir: «(...) me gusta Malasaña, me gustas tu». Por príncipio, os nossos colegas próximos "nos gustan" e também os nossos clientes, até nos demonstrarem o contrário.
Vá lá, não custa nada, sejamos um grupo simpático!
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Terça-feira, Novembro 14, 2006
Máxima XXXI: «Na época baixa, o que nos vale é a sopa!»

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Quarta-feira, Outubro 11, 2006
Quinta-feira, Outubro 05, 2006
Referentes divergentes: II. - Imaginário infantil tapista
- Na televisão dos 80's, era religiosa a meia-hora diária do esgazeado Vasco Granja. A oposição ao Estado Novo e a ligação ao Partido Comunista valeram-lhe duas prisões pela PIDE, por exaltação cineclubística e por fazer reverter a favor dos movimentos de resistência o dinheiro que cobrava pela exibição de filmes neo-realistas. Em 1974 inaugurou na RTP o programa "Cinema de Animação", que duraria 16 anos. Já é mítica a sua obsessão pelos frias animações de Leste, sinal da revolução progressista que ensinava a rejeição do capitalismo imperialista, reaccionário, fascizóide e, sobretudo, fascizante! Mas o camarada Vasco mostrou-nos, acima de tudo, a pluralidade da arte - passou os maiores génios de animação do mundo e passou a alguns miúdos o inconformismo e o entusiasmo que o caracterizavam. E é precisamente por isso que hoje todos nos lembramos dele com saudade.

- Aprender a ler é importante. Pratica-se com o que vem à rede e apanham-se livros dos irmãos mais velhos. Dá-se de caras com Sherlock Holmes, um homem solitário e misterioso, que me deixou um gostinho precoce pelo nevoeiro, pela flanela, pelo chá, pelo ópio e pela obscuridade (e por Londres!).

Mas...
- Antes do Vasco ou do Sherlock, desde tenra idade, já outra figura deixava a sua marca, o mais absurdo antípoda de todos os heróis. A influência que exerceu sobre mim é tão grande que não a consigo medir (é, no entanto, muito óbvia, dizem alguns... e não só por gostar de andar despenteada ou de camisolas às riscas!)
A subversão e o carisma do meu querido palmípede não são muito evidentes. Tudo se resume à inadequação constante ao que os outros esperam dele, a uma placidez resistente a tudo, à alienação e ingenuidade extremas e a uma certa abstracção mental, aliadas a uma devoção total aos seus focos de interesse.
Apesar de consideravelmente bem sucedido enquanto repórter, tenta constantemente perseguir novas carreiras, hobbies e estilos de vida, baseados nos livros que lê. Desastrado e pueril, tudo o que faz resulta invariavelmente em caos e desastre para todos os que o rodeiam. A sua "peculiar" visão do mundo desassossega a família e os amigos, que se esforçam para manter a sanidade. Vai-se tornando também cada vez mais preguiçoso. A sua amizade é intensa e genuína, e forma com o primo uma dupla muito equilibrada, sendo o primo o racional e ele o desregrado (a primeira história em que entrou, de 1964, chamava-se "O Primo Dinamite").
Como qualquer personagem desequilibrada, tem um alter-ego, o Morcego Vermelho. Originalmente, só o primo conhecia esta identidade secreta. Mais tarde revelou-se também ao construtor dos seus apetrechos-morcego, que frequentemente não funcionam, como o pula-pula morcego, o bate-morcego e a moto-morcego. A namorada chama-se Glória e, como qualquer namorada de uma personagem desequilibrada, também tem uma personalidade alternativa, heroína nas horas vagas, a Borboleta Púrpura. É frequente encontrarem-se brevemente na mesma história mas, desconhecendo a identidade real um do outro, separam-se sempre com apartes impacientes, por acharem o outro demasiado intrometido ou simplesmente idiota. Estas identidades secretas, além de dolorosos retratos da conjugalidade, não eram propriamente super-heróicas, senão reivindicadoras, algumas vezes de formas descaradamente ilegais.
O pai chamava-se Eider e a mãe Lulubelle Loon, tem um irmão chamado Abner e um sobrinho chamado Dugan.
Ele chama-se Fethry, mas para mim sempre foi o Peninha!, o meu ídolo
do desmazelo doméstico:

da incompetência profissional:

da alteridade esquizofrénica:

da descrença familiar:

da alienação inalienável:

Eu já vou!: dou a minha palavra.
Etiquetas: referentes divergentes
Quarta-feira, Agosto 30, 2006
Referentes divergentes: I.-Imaginário infantil tapista

A linda "Bruja Avería", personificação do Mal e do Capital que pese à sua imagem conseguia cativar milhões de miúdos espanhóis durante os anos oitenta.Hoje muitos deles já devem de ser vorazes consumidores; outros tantos, mais impressionados pelas palavras da bruxa e a palavra "bruxa", e bem alertados pela mesma, opomo-nos ainda ao sistema: dou a minha palavra.
VERSUS...
Etiquetas: referentes divergentes
Sexta-feira, Agosto 25, 2006
Back to the Underground

Terça-feira, Agosto 22, 2006
Pequenas-Grandes Diferenças - Lisboa vs Madrid


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Paris
Porto 
Barcelona
Milão 
Atenas

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Sexta-feira, Agosto 18, 2006
Máxima XXX: «Repara onde Pões os Pés» (também vale para pombos!)

Lisboa



Castelo Branco


Coimbra

Ilha do Pico, Madalena

Ilha do Faial, Horta

Rio de Janeiro

Macau

(Esta grande máxima é inteiramente dedicada ao Olisiponense. Foi ele que atirou a primeira pedra.)
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Quarta-feira, Agosto 09, 2006
Máxima XXIX: "Fiat Lux!"

Etiquetas: Máximas
Quinta-feira, Agosto 03, 2006
Sexta-feira, Julho 14, 2006
Quarta-feira, Julho 05, 2006
Segunda-feira, Junho 26, 2006
Quinta-feira, Junho 22, 2006
Pequenas-grandes Diferenças - Lisboa vs Porto
Português alfacinha: Parece-me que o senhor não está familiarizado com o problema!
Português tripeiro: Cala-te, caralho!
Português alfacinha: Eu não estava envolvido nesse projecto, cara colega!
Português tripeiro: E o que é que eu tenho a ver com essa merda, minha puta do caralho?
Português alfacinha: Será difícil concretizar esta tarefa no tempo estipulado, chefe!
Português tripeiro: Não vai dar p'ra fazer isso nem que me foda todo e te vá ao cu, paneleiro do caralho.
Português alfacinha: Precisamos de melhorar a comunicação interna desta empresa!
Português tripeiro: Mas não há nenhum caralho que me responda à puta do email, caralho?
UM ALFACINHA TÍPICO - Luiz Pacheco

UM TRIPEIRO TÍPICO - Manuel Luís Goucha

Palavras de um alfacinha típico
«Descemos um carreiro em bico à direita da estrada. Escuridão. É o lugar ideal para mijar, cagar ou brochar discretamente. Calculo que ele está a provocar-me com o caralho fora das calças, quer festa, mas eu estou muito senhor de mim.
- É pena não ter dinheiro, aqui era um bom sítio.
- O senhor tem, há bocado disse que tinha - diz o franjolas a mijar à minha frente (e nem para a picha lhe olhei).» (Luiz Pacheco, em O Libertino)
Palavras de um tripeiro típico
«Os desencontros do presente não apagam os muitos momentos de convívio e solidariedade, fixados em inúmeras fotos de tempos passados.» (última frase do livro de Pinto da Costa, Largos Dias Têm 100 Anos)
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Segunda-feira, Junho 19, 2006
Terça-feira, Junho 13, 2006
13 de Junho: Um Nasce, Outro Morre


Roçam nos pinheirais
Sombras e bafos leves
De ritmos musicais.
Ondulam como em voltas
De estradas não sei onde
Ou como alguém que entre árvores
Ora se mostra ou esconde.
Forma longínqua e incerta
Do que eu nunca terei...
Mal oiço e quase choro.
Por que choro não sei.
("Canção", escrita por Pessoa, cantada por Variações)
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Tão perto, tão longe : pequenas -grandes diferenças Madrid Vs Lisboa

"Gato no naces, gato te haces"
...Supomos que também qualquer um se pode tornar alfacinha sem o ter sido à nascença!
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Segunda-feira, Junho 12, 2006
Anti-máxima V: "A solidão no meio da multidão é maior do que no meio do bosque" (Pio Baroja)
Muito certo. Aproveitamos a ocasião para nos reafirmarmos na ideia de que "Tapistas" é e será sempre anti-massificação e anti-alienação humana... No entanto oferecer-vos-á companhia, que não multidões, tão agradavelmente adereçada com iguarias e regada com cerveja que facilmente vos fará esquecer a todos a vossa solidão.Etiquetas: Anti-máximas
Sábado, Junho 10, 2006
Sexta-feira, Junho 09, 2006
Quinta-feira, Junho 08, 2006
Segunda-feira, Maio 22, 2006
Máxima XXVI: "Mudem-me os deuses os sonos, mas não me tirem o dom de sonhar" (Fernando Pessoa)
A isto não temos nada que acrescentar. Bom, sím que temos: "Os deuses são uma figura de estilo".

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Terça-feira, Maio 16, 2006
Anti-máxima IV: " Peregrino do mundo, olhai com todos os olhos e amarás com todos os corações" (Ramón del Valle-Inclán)
...O coitado Ramón não sabia era da terrível massificação humana que se sucederia após a sua morte. A sua máxima está escrita na parede da estação de metro "Campo de las naciones" de Madrid, onde por mais olhos com os que se olhar só se consegue detestar com todos os fígados aos milhões de peregrinos em redor que consomem o nosso oxigénio.
Tapistas café-bar é um lugar de encontro pró-peregrinos mas anti-massificação.

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Quarta-feira, Maio 03, 2006
Anti-máxima III: "Pela rua do já vou, chega-se à casa do nunca" (Miguel de Cervantes Saavedra)

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Segunda-feira, Abril 24, 2006
Sexta-feira, Abril 21, 2006
Quinta-feira, Abril 20, 2006
Domingo, Abril 09, 2006
Sexta-feira, Março 24, 2006
Máxima XX: «O que não se faz em dia de Santa Luzia, faz-se noutro qualquer dia» (provérbio lusitano)
Quarta-feira, Março 22, 2006
Sexta-feira, Março 17, 2006
Quarta-feira, Março 15, 2006
Máxima XVII: "Quien a buen árbol se arrima buena sombra le cobija" (provérbio castelhano II)

Para quem não goste dos ditados espanhóis, a tradução textual seria "Quem se aproximar duma boa árvore encontrá bom aconchego".
E, de facto, quem passar nos Tapistas não poderá imaginar estar mais perto do Paraíso ou da mesma Glória.
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Sexta-feira, Março 03, 2006
Quinta-feira, Março 02, 2006
Sexta-feira, Fevereiro 24, 2006
Máxima XII: "A cavalo dado não se olha o dente"

...nem a amendoins oferecidos a casca; nem a batatas bravas de borla o molho; nem as moelas caseiras o tempo de cocção...
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Quinta-feira, Fevereiro 23, 2006
Máxima XI: «Habemus Tapam!!»

Neste caso, "habemus" um nada espiritual pratinho de camarões fritos com molho de azeitonas pretas, digno do Pontífice mais exigente.
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Terça-feira, Fevereiro 21, 2006
Segunda-feira, Fevereiro 20, 2006
Anti-máxima I: "Um homem que não sabe sorrir não deve abrir uma loja" (provérbio japonês)
A metade antipática dos tapistas reserva-se o direito de não sorrir tendo uma loja aberta (principalmente se tiver de pagar muito de IRC). Os provérbios japoneses nem sempre se adequam ao meu tantas vezes antipático estado de espírito.
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Terça-feira, Fevereiro 14, 2006
Sexta-feira, Fevereiro 10, 2006
Máxima VI: "A buen hambre no hay pan duro" (provérbio castelhano)
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